Jornais, jornalistas e leitores
A
rg
Um amigo jornalista me disse outro dia que não põe a mão no fogo para nenhum colega. Jornalista inventa! Disso todos sabemos, são imaginativos e tem o domínio da palavra (ou deveriam ter) que é plástica o suficiente para criar discursos que dizem coisas meio "atravessadas"...
O problema é que, em países onde há liberdade de imprensa, esquecemos que nós, leitores, temos direito de pedir a legitimidade da imprensa. Quero dizer com isso: se um jornalista é obrigado a seguir a linha editorial de um jornal do qual é empregado (e às vezes segue até mais que o dono!), perde sua legitimidade como jornalista mas... tem salário no final do mes. É o famoso lambe-botas.... e, infelizmente, percebo que as jornalistas têm sido, ultimamente, experts em fazer isso, apesar de os jornalistas também seguirem os passos femininos.
Problema sério, não é? E nós leitores? Hum, já viram...
Então, um jornalista para ter legitimidade - uma vez que do dono do jornal não se obtém isso, em geral - deve ter limites para obedecer . Parece que é isso. No entanto, no Brasil especificamente (mas não só nele), quem determina o tom é o dono do jornal, logo... Em alguns outros países, o jornalista determina o que quer escrever desde que fundamente seu texto. E vai conversar com o dono em caso de haver problemas. Costuma ser assim.
O problema é que, em países onde há liberdade de imprensa, esquecemos que nós, leitores, temos direito de pedir a legitimidade da imprensa. Quero dizer com isso: se um jornalista é obrigado a seguir a linha editorial de um jornal do qual é empregado (e às vezes segue até mais que o dono!), perde sua legitimidade como jornalista mas... tem salário no final do mes. É o famoso lambe-botas.... e, infelizmente, percebo que as jornalistas têm sido, ultimamente, experts em fazer isso, apesar de os jornalistas também seguirem os passos femininos.
Problema sério, não é? E nós leitores? Hum, já viram...
Então, um jornalista para ter legitimidade - uma vez que do dono do jornal não se obtém isso, em geral - deve ter limites para obedecer . Parece que é isso. No entanto, no Brasil especificamente (mas não só nele), quem determina o tom é o dono do jornal, logo... Em alguns outros países, o jornalista determina o que quer escrever desde que fundamente seu texto. E vai conversar com o dono em caso de haver problemas. Costuma ser assim.
A
qui, no Brasil, somos infelizes neste ponto: articulistas perdem a legitimidade do que escrevem de tanto distilar veneno em vez de notícia criteriosa. E os leitores são levados pela superficialidade e rapidez com que lêem os jornais, mas é atingido em profundidade nas suas opiniões. Mais do que liberdade de imprensa, é preciso que o jornalista (e o jornal) tenham legitimidade.
Fui clara?
RG
Fui clara?
RG
rg

